IBC-Br teve segundo aumento consecutivo em novembro 2012

ibc-brO Índice de Atividade Econômica do Banco Central (IBC-Br) registrou em novembro de 2012, pelo segundo mês consecutivo, alta de 0,40%. O IBC-Br é uma forma de avaliar e antecipar a evolução da atividade econômica brasileira.Os dados que foram divulgados pela instituição no dia 16 de janeiro demonstraram 143,72 pontos do IBC-Br em novembro, perante 143,15 em outubro, que já havia registrado 0,39% de alta sobre o mês de setembro.Quando comparados os índices de janeiro a novembro de 2012 ao mesmo período de 2011, a elevação foi de 1,68% no IBC-Br. Neste caso, a comparação foi feita sem ajuste sazonal, forma mais recomendada pelos especialistas da área.

IBC-Br: Resultado do PIB e medidas de estímulo
No terceiro trimestre de 2012, o PIB havia avançado somente 0,6%, de acordo com dados do IBGE. O esperado pelo Banco Central para esse período era um crescimento na ordem de 1,15%. Economistas previam uma alta de 0,97% para todo o ano de 2012.

Apesar dos estímulos do governo federal para aquecer a economia em 2012, a atividade econômica no país demorou a reagir. Entre as medidas adotadas, está a redução do IPI para automóveis e linha branca, o ajuste dos juros básicos para 7,25% ao ano, menor da história e a redução em mais de R$100 bilhões dos depósitos compulsórios.

Além disso, houve a redução no IOF para empréstimos tomados por pessoas físicas, deu-se início a desoneração da folha de pagamentos, mais crédito foi liberado para os estados e a adoção de medidas de defesa da concorrência.

Sobre o IBC-Br

O IBC-Br incorpora estimativas para a agropecuária, da indústria e do setor de serviços, além dos impostos, acrescidas dos impostos sobre produtos, que são estimados a partir da evolução da oferta total (produção mais importações).

O índice do BC é utilizado pelo Banco Central para, em conjunto com outros indicadores, definir a taxa básica de juros da economia brasileira. O crescimento menor implica, teoricamente, em menos pressões inflacionárias.

O Banco Central, pelo sistema de metas inflacionárias do Brasil, deve ajustar os juros para atingir os patamares definidos. No último biênio, a meta da inflação foi de 4,5%, com tolerância de dois pontos percentuais para cima ou para baixo. Assim, o IPCA pode ficar entre 2,5 e 6,5%, sem comprometer a meta.

Fonte: G1

Autor: Helbert Fernandes


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